Book of Exalted Deeds: Ações Exaltadas – Parte #02/02

 

 

AÇÕES EXALTADAS (Exalted Deeds – Book of Exalted Deeds)

Conjurando magias boas

Magias boas aliviam o sofrimento, inspira esperança ou alegria, o conjurador usa a energia ou vitalidade para ajudar ou curar outros, invocam celestiais, ou canalizam poder sagrado. Especialmente em ultimo caso, magias boas podem ser destrutivas – pelo menos para criaturas malignas – como uma bola de fogo. Nem todas as magias boas envolvem unicamente doçura e luz.

Magias boas não têm qualquer influência salvadora sobre àqueles que a conjuram, para melhor ou pior. Um mago mau que se interessa por algumas magias boas, provavelmente para ajudá-lo alcançar finalidades egoístas, normalmente não decide abandonar seus caminhos malignos porque foi purificado pelo toque sagrado. Por outro lado, existem certos feitiços de natureza santificada exigem um concreto sacrifício físico para conjurá-lo (olhar Magia Santificada no capítulo 6). Nenhum personagem pode explorar tal mágica sem ser mudado para melhor como um resultado.

Misericórdia

Para personagens bons que devotam suas vidas a caçar e exterminar as forças do mal, o mal mais tentador pode seduzir o abandono da misericórdia. Misericórdia significa dar parte dos inimigos que se rendem e tratar criminosos e prisioneiros com compaixão e mesmo bondade. Trata-se, em efeito, a boa doutrina do respeito pela vida levado à sua lógica extrema – respeitando e honrando mesmo a vida de um inimigo. Em um mundo repleto de inimigos que mostram nenhum respeito pela vida seja qual for, pode ser extremamente atraente tratar inimigos como eles tratam outros, para uma correta vingança pelos companheiros assassinados e inocentes, sem oferecer parte e tornando-se impiedoso.

Um personagem bom não deve sucumbir a ciladas. Personagens bons devem oferecer clemência e aceitar rendição sem importar quantos muitos vilões podem trair a bondade ou escapar da prisão para continuar suas ações malignas. Se um inimigo se render, um personagem bom é obrigado a aceitar a rendição, amarrar o prisioneiro, e tratá-lo gentilmente conforme o possível. (olhar Misericórdia, Prisioneiros e Redenção no capitulo 2 para mais informações sobre o tratamento adequado dos prisioneiros.)

Em geral, é uma boa idéia para o DM garantir que os jogadores não sejam punidos desnecessariamente por exibir misericórdia com os oponentes.

Se todos os prisioneiros planejam trair o acordo e mais tarde escapar da prisão, os jogadores rapidamente consentirão que exibir misericórdia simplesmente não vale a pena. Isto se torna delicado pelas frustrações a surgir de vez em quando, mas se elas acontecerem todas às vezes, os jogadores serão frustrados com razão.

Perdão

Quase ligado à misericórdia, perdão ainda é um ato separado. Misericórdia significa respeito pela vida de um inimigo, tratando-o como um ser merecedor de bondade. Perdão é um ato de fé, uma boa vontade para acreditar que mesmo o desprezível malfeitor é capaz de mudar. Personagens bons não são mandados a “perdoar e esquecer” todas às vezes que alguém o prejudica. Em um nível mais simples, perdoar significa abdicar-se de seu direito de vingança. Sobre um nível mais profundo, se um personagem mal fizer um esforço para se arrepender, afastando da maldade, e iniciar uma vida melhor, um personagem bom é intimado a incentivar o vilão convertido, deixar o passado ser passado, e não para segurar as ações do personagem mal contra ele.

Perdão é essencial para a redenção. Àqueles que tiverem recusado a fazer mal para o seu perdão, um personagem procura se afastar para nenhuma face maligna, mas odeia e ressente àqueles que deveriam ser seus novos aliados. Isolado de ambos, dos seus antigos aliados e seus antigos inimigos, eles amamentam o ressentimento e rapidamente voltam para seus caminhos malignos. Estendendo o perdão para aqueles que pedem, personagens bons ativamente propagam o bem, assim como encorajando àqueles que tentam se afastar do mal e demonstrando para os malfeitores que o caminho da redenção é possível.

Trazendo esperança

Se os muitos cruéis vilões saboreiam a propagação de desespero e destruindo os últimos pedaços de esperança, naturalmente sucede que os causadores do bem reacendem esperanças dentro dos aspectos do desespero.

Isso poderia ser a mais nebulosa de todas boas ações, difícil para determinar ou avaliar, mas também poderia ser o coração e a essência da bondade. Todas as outras ações boas discutidas nessa seção, em adição para suas freqüentes consolidações e benefícios físicos para pessoas que precisam, tendo o benefício adicional imaterial da crescente esperança. Um homem cujo corpo é debilitado longe de doenças de fato tem duas indisposições: a doença física que consumiu sua carne e o desespero que atormenta sua alma. Curando ele não somente cura seu corpo, mas também restaura suas esperanças perdidas. Uma mulher que arremessa a si própria sobre um paladino misericordioso e se volta para seus caminhos do mal lutando junto com o curso difícil para redenção. Os paladinos da misericórdia e perdão oferecem a mais importante assistência por essa estrada: esperança, uma visão da recompensa que está à frente.

Esperança em sua verdadeira forma é mais que um incerto desejo para as coisas serem melhores que elas são; é uma prova das coisas como elas poderiam ser. Quando um bardo exaltado vai para a cidade que suspira debaixo do opressivo governo de um poço de demônios, ele pode inspirar esperança pelos cantos narrativos da liberação ou demonstrando poder de armas contra os indivíduos diabólicos do poço de demônios. Mas a melhor esperança disponível para residentes oprimidos de uma cidade é quando o bardo simplesmente mostra sua bondade, através disso lembrando-os de como era viver debaixo de um governo mais benigno. Ele causa ao mesmo tempo dentro da comunidade, enquanto que os demônios tenham se voltado uns contra os outros, semeando desconfiança ao lado do desespero. Experimentando uma prova de bondade e liberdade, entretanto pequenas, os cidadãos são inspirados com esperança. Essa esperança os permite a resistir aos demônios, com ou sem o poder das armas do bardo.

Mau redimido

Certamente, personagens bons reconhecem que algumas criaturas estão absolutamente mais longe da redenção. Muitas criaturas descritas no Livro dos Monstros como “sempre mau” são também completamente irredimíveis ou então intimamente amarrados ao mau que eles são quase inteiramente incorrigíveis. Obviamente, demônios e diabos são mortos da melhor maneira, ou pelo menos banidos, e somente um tolo ingênuo tentaria os converter. Dragões malignos podem não ser completamente distantes da salvação, mas existe verdadeiramente apenas o reflexo vazio da esperança.

Por outro lado, um personagem bom se aproxima de cada encontro com orcs, goblinóides e até mesmo os completos malignos drows com coração e mente aberta para a possibilidade, entretanto remota, que seus oponentes podem algum dia ser transformados em aliados. Criaturas que são “normalmente maus” podem ser redimidas. Isso não quer dizer que um personagem bom em uma emboscada diria, “Como posso redimir esses pobres orcs?” Entretanto, se a emboscada dos orcs acabar o rendendo, esta é uma grande oportunidade para pedir sua redenção.

Talvez os maiores atos de bondade pudessem sempre ser esperança para realizar a redenção de uma alma maligna. Trazendo um personagem maligno para olhar os erros de seu caminho, não somente parando sua depredação sobre vitimas inocentes, mas ajudá-lo como puder, conseguindo um lugar abençoado para sua vida após a morte dentro dos Planos Superiores em vez de uma eternidade de tormento e condenação dentro dos Inferiores. Enquanto atos de caridade e cura podem ajudar o corpo de uma pessoa, ajudando a alma de um personagem maligno redimido.

Segurar uma espada para a captura de vilões e gritar, “Cultue Heironeus ou morre!” não é um significado de redenção. Espada poderia ser um bom instrumento política para indicar conversão, mas é quase completamente sem impacto sobre as almas dos “convertidos”. De forma pior, o fedor do mal, rouba a vitima da liberdade para escolher e reverberar o uso da tortura para extrair o comportamento desejoso. Redenção verdadeira é muito mais dificultada e com processos complexos, mas verdadeiramente personagens honestos consideram a digna recompensa o esforço envolvido. O processo de redenção é descrito no Capítulo 2: Regras Variantes.

 

Anúncios

Um comentário sobre “Book of Exalted Deeds: Ações Exaltadas – Parte #02/02

  1. Pingback: Tweets that mention Book of Exalted Deeds: Ações Exaltadas – Parte #02/02 - PARAGONS -- Topsy.com

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s