Jogador, abre o jogo!

Não tem mais certeza se deseja continuar? O grupo não muda, todo e qualquer mérito é almejado por todos, tornando os jogadores individualistas e competidores? Mas ainda resta uma fagulha de esperança, mesmo que seja em seus profundos pensamentos quase que inconscientemente?

Ah, fala sério! Abre o jogo!

Em muitos casos que presenciei, posso lhes afirmar que a união do grupo de personagens, o momento e a forma, são devidamente importantes para o progresso e sucesso da campanha. União é a palavra chave para o bom andamento de qualquer sessão de Rpg. Não acredito que seja fácil para nenhum narrador, pois mesmo que através de boa fé e vontade, este é um papel onde não se pode falhar. Falhas são cobradas por um alto preço. O resultado é o PvP e a individualidade, atos considerados comuns ao se falhar, isso somado à “pequena ajudinha” da parte dos jogadores. O mestre falha, os jogadores falham e o jogo acaba…

Apesar de que não estou comentando sobre conversas com o mestre e os problemas que ocorrem constantemente em mesas de Rpg, ou procurando através de dicas e opiniões pessoais esclarecer algumas das soluções que acredito melhorar o jogo, embora também seja uma outra maneira, digamos que a mais comum, de proceder quando situações do gênero estão afetando a diversão de todos.

Veja bem, no futebol a expressão “abrir o jogo” tem como significado explorar o potencial existente em outras direções ou companheiros, buscando um momento oportuno, uma tentativa de mudança ou utilizar outras áreas procurando maiores chances para obter bons resultados.

Talvez, está não seja a melhor maneira de abrir...

Que tal “abrir o jogo” de outra forma?

No RPG, a expressão  “abrir o jogo pode ser interpretada como uma oportunidade de explorar o potencial alheio, dos companheiros da equipe. O Trabalho em Equipe é fundamental, mas seu incentivo pode alterar e garantir o ritmo de jogo! O mestre tem diversas funções ao desempenhar seu papel e mesmo sozinho é capaz de mudar o ritmo de uma campanha através de sua criatividade e muito empenho, logo todo e qualquer jogador também pode fazê-lo!

Recordo de um bom artigo do Danielfo do Pensotopia, intítulado como Rolando Vinte. O texto descreve um jogador que ao combater um dragão é afortunado com um acerto decisivo e derruba a criatura com um único golpe de sorte. O verdadeiro problema tem início no momento em que nenhum dos aventureiros reconhece os atos e feitos do outro jogador, afinal todos estão cientes do golpe de sorte que resultou em um acerto decisivo do personagem do jogador. Contudo, em campanhas em que os personagens são os clássicos protagonistas heróicos situações assim são cotidianas, sempre haverá momentos decisivos e alguns deles são decididos eventualmente por sorte, acaso, criatividade, força bruta e etc. E depois de ler este artigo, surgiu uma pequena dúvida durante conversas com outros jogadores de RPG:

E como esperar que seus personagens sejam vistos como heróis por personagens do mestre (NPC’s) , se nem ao menos os integrantes do grupo conseguem fazê-lo? – Impossível, foi a resposta que obtive!

Aqui tem espaço até para mascote colossal!

Aqui tem espaço até para mascote colossal!

Se a mesa possui espaço suficiente para todos, porque faltaria na imaginação?

A indecisão e os conflitos internos do grupo podem trazer uma visão preconceituosa da parte de qualquer personagem do mestre que seja bondoso. Nenhum rei deseja ter um bando de arruaceiros ou mercenários para proteger seu povo ao invés de heróis, ninguém vai exaltar pessoas que nunca concordam entre-si e perdem tempo em discussões banais. Enaltecer as ações de personagens do grupo é uma forma de inspirar a coletividade, autoestima e muito mais importante, propor jogadores ativos e inabaláveis, ao contrário de jogadores passivos e pálidos durante uma sessão de Rpg que tem como finalidade a diversão mútua. Geralmente, o mestre está encarregado de conduzir o jogo, mas o jogador também pode colaborar no andamento do jogo através da interpretação de seu personagem e os demais membros do grupo.

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16 comentários sobre “Jogador, abre o jogo!

  1. Muito bom !!! E aguardamos a votta triunfante do cavateiro azut! ^^

    E não esqueçam! os atiens estão entre nós, reparem nos mínimos detalhes para não ser enganado por clones!

  2. Cara, confusão não entendi nada…vc falou, falou e falou mas não abriu o maldito jogo :).

    Vc deve ser um dos aliens que está tentando nos infectar…ás armas rapaziada

  3. Temos de usar um meio científico para debelar essa invasão, esse meio é…”matar tudo que estiver a nosso alcance, atirem em tudo que se mexa e quando os alvos móveis acabarem atirem no que estiver parado…depois atirem um no outro…o último que sobrar não será alienígena, e se for só vai haver ele mesmo” :).
    Citação tirada da obra “Grande Livro Vermelho do Berserk Psicopata Ninja”

  4. Falando sério, vocês precisam abrir aos leitores a possibilidade de apresentar suas matérias, contos e etc como o antigo site do finado cavaleiro azul fazia, Assim as novidades seriam diárias e vocês poderiam ficar mais sossegados.

  5. “Geralmente, o mestre está encarregado de conduzir o jogo, mas o jogador também pode colaborar no andamento do jogo através da interpretação de seu personagem e os demais membros do grupo.”

    Olá,

    Eu acho que é possível entrar mais do que a interpretação, cabendo ao mestre parte desse estímulo. Claro que sistemas que contribuam com essas possibilidades, como o do Houses of the Blooded dão muito mais possibilidades do jogador atuar ativamente e não apenas através do roleplay. ;D

    Bonanças.

    Atenciosamente,
    Leishmaniose

  6. maturidade da mesa e fogo… eu so mestre e quando jogo um poco e arrebento na mesa salvando o dia, parece q so fui compra pao e voltei, e terrível ter a sensação de ingratidão

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