Book of Vile Darkness – Atos Malignos ; Parte #02 de #02

O artigo a seguir é continuação da tradução da primeira parte do Book of Vile Darkness – Atos Malignos, e foi completamente traduzido por Rodrigo Pagés Fernadez, que disponibilizou a tradução do material oficial.

 

 

CONJURANDO MAGIAS MALIGNAS

Magias malignas podem criar mortos-vivos, infligir sofrimento exagerado, danificar almas dos outros, ou produzir qualquer de uma enorme quantidade de efeitos semelhantes.

Ocasionalmente, um conjurador não-maligno pode conjurar alguma magia maligna, contanto que ele ou ela não faça isso para um propósito maligno. Mas os caminhos das magias malignas orientam rapidamente para corrupção e destruição. Magias com custos corruptos (olhar Corromper Magias no Capitulo 6) são tão malignas que elas levam um preço físico e espiritual sobre o conjurador.

DESTRUIR OU DANIFICAR ALMAS

Enquanto danificar os inimigos fisicamente não seja inerentemente vil, danificar suas almas é sempre diabólico. Somente os odiáveis dos vilões teriam realmente vontade para causar tormento nos aspectos eternos de outras criaturas. Criaturas sem corações corrompidas simplesmente matam seus inimigos rapidamente, acreditando que enviar um vilão para a justiça da vida após a morte é uma punição suficiente. Mas seres malignos se satisfazem capturando inimigos e os torturando até a morte, e alguns até mesmo preferem torturar as almas de seus inimigos, não concedendo a eles a libertação da morte. De forma ainda mais grave, alguns seres malignos usam poderes asquerosos para destruir a alma de um oponente, finalizando totalmente a existência dele.


SE ASSOCIAR COM DEMO

Se personagens podem ser julgados pelas companhias que eles possuem, então aqueles que negociam com demo – demônios e diabos – certamente são seres malignos. Demos são as ultimas expressões do mal dado na forma de vida – literalmente mal encarnado. Destruir um demo sempre é um ato bom. Deixar um demo viver, sem falar em invocar um ou ajudá-lo, é evidentemente perverso.

Ocasionalmente, um conjurador pode invocar uma criatura abissal para cumprir alguma tarefa. Esse ato é maligno, mas não tão terrível. Entretanto, alguns personagens, particularmente aqueles que cultuam demônios ou diabos ou os vêem como aliados valorosos, podem trabalhar com (ou para) demos para promoverem suas próprias finalidades. De forma ainda pior, alguns mortais vendem suas almas para demos no preceito de ganhar mais poderes ou suporte. Embora se relacionar com demos ou vender almas seja na melhor das hipóteses arriscado, o desejo pelo poder é uma tentação muito forte para alguns resistir. Mas demos tem grande poder, infinitas vidas transpostas, e um prazer por enganar outros, dessa forma não é surpresa que muitos personagens que pedem apoio a demos acabam sobre o ato final dos acordos que fazem.

CRIANDO CRIATURAS MALIGNAS

Alguns vilões não se contentam em simplesmente se associar com, invocar ou controlar criaturas malignas. Eles sentem a necessidade de ir um passo adiante e de fato criar tais criaturas com experimento vis ou mágicas malignas.

Comandantes militares malignos algumas vezes criam legiões de monstros horríveis (ou tem seus subordinados para fazer isso) e os lideram em batalhas contra as forças do bem. Demônios, diabos, e outras criaturas asquerosas vigiam suas fortalezas. O desejo para criar é forte, e depois vem o desejo para ter um número grande de servos facilmente controláveis. Tanto criar e controlar demonstra poder, e vilões de poderes insensatos são todos muito comuns.

Bastante diferente de criar criaturas malignas é permitir os próprios monstros refazerem inimigos derrotados em sua própria representação. Por exemplo, uma vitima de um bodak se levanta no próximo dia como um novo bodak, e um lobisomem pode desenvolver sua maldade para contagiar outros com a licantropia. Personagens que adotam tais processos são freqüentemente interessados em propagar o mal para objetivos malignos. Tais malfeitores adoram o caos, morte, e o sofrimento que esses trazem.

USANDO OUTROS PARA GANHO PESSOAL 

Se sacrificarem uma vitima sobre um altar de deus maligno para ganhar uma benção, ou simplesmente roubar de um amigo, usando outros por um de seus próprios propósitos é uma marca do vilão. Um vilão usualmente coloca outros no caminho do dano para salvar seu próprio pescoço – melhor morrer os outros, certamente.

O total egoísmo de um personagem maligno raramente dá espaço para empatia. Ele é então consumido com seus próprios objetivos e desejos que ele possa pensar de qualquer razão para não ser bem sucedido em detrimento de outros. Na melhor das hipóteses, outras criaturas são criadas para serem usadas, depredadas, ou comandadas. Na pior das hipóteses, eles não são importantes para serem ignorados ou obstáculos para serem ultrapassados.

GANÂNCIA

Ganância é uma motivação tão simples que ela quase não parece importante para ser mencionada. Mesmo assim ela move os vilões possivelmente mais que qualquer outro fator. Ganância é presa a muitos dos tipos de comportamentos malignos mencionados aqui. Ambição levado a muito além – especialmente avanço pelo custo de outros – pode manifestar a ganância propriamente dita. Desejo por riqueza, poder, ou prestigio pode conduzir a inveja, roubo, assassinato, traição e uma gama de outras maldades. 

INTIMIDAR E AMEDRONTAR INOCENTES

Intimidar é simplesmente um sintoma de uma obsessão com o poder. Um vilão que tem mais poder que os outros se satisfaz em brandir esse poder para provar sua própria força, tanto para ele mesmo ou para os outros. Tais brutos sentem que poder não tem qualquer valor se os outros não sabem sobre ele.

Embora o arquétipo de intimidador seja um forte e poderoso brutamonte, outros tipos de intimidadores também existem. De vez em quando um intimidador pode usar magia ao invés de proeza física para assustar aqueles que o cercam. Às vezes o poder é político em natureza. A década velha governa que forças bárdicas para cantar melodias de sua beleza ou outro lado da fúria de sua tirania materna (a rainha) é realmente um intimidador.


  

TRAZENDO DESESPERO

Criaturas malignas freqüentemente mágoa e pesar em outros. Alguns fazem isso porque romper os espíritos dos outros os fazem sentir superiores; outros espalham desespero para desviar a alegria que eles guarnecem.

Às vezes incentivar miséria corre contra aos objetivos de outros malignos. Por exemplo, um vilão interessado em trazer desespero pode deixar seus inimigos com vida, porém feridos, frustrados e quebrados (e pode até mesmo amaldiçoado ou corrompido magicamente). Entretanto, recusar em liquidar um dos inimigos não é sempre o percurso sábio da ação, porque os vilões inimigos podem curar eles mesmos e se opor a ele de novo, como uma vingança.

Semelhantemente, um demônio amante da miséria pode ordenar capturar um inimigo em seu plano antes dele matá-lo, simplesmente para sua vitima revelar desespero. Tais criaturas querem seus inimigos para concretizar o quão absolutamente derrotado eles são.

Um vilão com a adoração de desespero pode tentar quebrar seus inimigos, em vez de ou antes de matá-los. Tais técnicas como tortura pode quebrar um inimigo, e ainda pode elaborar mais planos, como destruir os aspectos bons de um inimigo vivo, um por um. Se o inimigo do vilão se contenta com a beleza de uma antiga floresta, o malfeitor pode comandar elementais de fogo para queimá-la abaixo. Se o inimigo tem uma namorada, o vilão poderia capturar e torturar o ente querido – ou voltar ela ou ele contra o inimigo. 

O vilão também pode enquadrar o inimigo por outros crimes, espalhando mentiras sobre ele, destruindo sua casa ou infectando ele com uma doença. Um astucioso, vilão adorador de desespero os faz raros pelos entes queridos dos inimigos para falarem seu nome exceto como uma maldição.

Criaturas que gostam de desespero se alegram com magias como rogar maldição, praga ou desgraça. Tais vilões adoram usar qualquer efeito mágico que faça mais que simplesmente matar inimigos porque eles consideram a morte um fim muito ameno.

 

INDUZIR OUTROS

Induzir indivíduos bons a fazer errado é um ato maligno. Tramas com esse objetivo é amplamente o ramo dos demônios e diabos que procuram corromper mortais para macular suas almas. Os produtos de um sedutor de oficio são lêmures, as manifestações físicas de almas malignas nos Planos Inferiores. Lêmures são valorosos para demônios; na realidade, eles são a forma de dinheiro em sua própria justiça. Alguns demônios e diabos, especialmente erinyes, súcubos e glabrezu, gastam quase todo seu tempo corrompendo mortais com ofertas de sexo, poder, magia ou outros agrados.

Quando mortais malignos influenciam outros mortais, muitas vezes as tentações vêm na forma de um suborno para conseguir os outros para fazerem o que os vilões desejam. Por exemplo, um homem rico pode convencer uma mulher a matar seu pai em troca de uma vasta soma de dinheiro. Diferente de um demônio, o homem rico não se preocuparia sobre a alma corrompida da mulher; ele apenas deseja a morte do pai. Mas outros mortais malfeitores podem induzir alguém a cometer um ato maligno pelo absoluto agrado de propagar tentações.


 

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