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The Tower of Druaga: The Aegis of Uruk

Baseado em um game da Namco de 1984, onde o herói Gilgamesh percorria toda a Torre de Druaga até o 60º andar para salvar a donzela Kai das mãos do demônio Druaga, e desenvolvido pelo estúdio Gonzo, o anime The Tower of Druaga: The Aegis of Uruk revela o futuro de Uruk, cenário do game.

Sessenta anos depois,  Gilgamesh tornou-se um grande herói e Rei da humanidade, contudo novos heróis são necessários para aventurar-se na perigosa torre, e no “Verão de Anu”, estação que aparece de tempos em tempos, com cerca de 5 anos de duração, sob a proteção do deus Anu, fazendo com que todas as criaturas da torre tornem-se mais fracas, é ideal que eles sejam encontrados e levados de encontro a Torre de Druaga.

Acompanhe o AMV logo a seguir:

 

A profecia dita que no topo da torre há um artefato chamado “Blue Crystal Rod”, capaz de realizar um desejo ao seu portador. No entanto, há dezenas de obstáculos perigosos no caminho, já que além de ser gigantesca, diversos tipos de criaturas habitam a região e a presença do próprio Druaga que, segundo a lenda, está renascido, faz com que a cada verão o exército de Uruk se arme na cidade de Meskia, desejando alcançar o topo da torre. Logo, surgem os populares Escaladores na cidade de Meskia, aventureiros que sonham com as riquezas da torre e dos materiais dos monstros, além dos tradicionais  aventureiros corajosos e ambiciosos que formam grupos com o mesmo intuito: possuir o próprio “Blue Crystal Rod”  para realizarem um desejo que favoreça a todos do grupo.

Durante o enredo são apresentados os seguintes personagens, o bondoso e ingênuo Jil, guerreiro da classe defensivaque colabora inicialmente no grupo formado por Neeba, hábil arqueiro também conhecido pela alcunha de ‘O Matador de Dragões’, Fatina, que conjura mágicas de fogo com um bastão, Utu, um brutamontes de armadura completa e Kally, habilidoso e ágil arremessador de facas. Contudo, ainda sendo testado, Jil falha e é expulso do grupo. Embora fique magoado com a situação, o inexperiente aventureiro acaba juntando forças com novos integrantes. Primeiramente, Kaaya, uma Oráculo com magias de cura e defesa, e Ahmey, uma poderosa lanceira, e mais tarde Melt, um preguiçoso e mal-humorado mago ex-aristocrata e sua  jovem assistente chamada Coopa.

Trazendo elementos nostálgicos de games de RPG tradicionais dos anos 90 (SNES e PSOne), o primeiro episódio de Druaga no To: The Aegis Of Uruk embora pouco convincente, vai melhorando conforme os capítulos, portanto  não perca a paciência rápido demais. Com uma trama  de personagens altamente carismáticos, além de bem desenhados, em cenas de aventura, mistério, ação, comédia e  em alguns momentos de romance. Mais adiante, no decorrer dos episódios, a trama torna-se mais envolvente, trazendo seriedade e os verdadeiros motivos e segredos de cada personagem são revelados.  E nos episódios finais, muitas reviravoltas, momentos de tensão e mistério para atrair o público para a próxima temporada.

Feito para pessoas que gostam de vários elementos unidos em uma obra, Druaga no To: The Aegis Of Uruk é simples e cativante, altamente recomedável para mestres e jogadores em busca de inspiração para personagens, aventuras, armadilhas, desafios e novas opções para cenários em suas campanhas de RPG ambientadas em Fantasia Medieval. Aliás, se você curtir também recomendo a segunda temporada!

 

9 comentários em “The Tower of Druaga: The Aegis of Uruk

  1. Olá!
    Bom anime, mas a segunda temporada poderia ter sido resumida em 2 ou 3 episódios só… É pura enrolação. =(

    Até and Bye…

  2. Putz, adorei a primeira temporada. Excelentes personagens, episódios memoráveis e uma eficaz atmosfera de tensão e mistério.
    Já a segunda é muito ruim. A reviravolta foi legal, mas mal conduzida no decorrer da história. Os novos personagens não fazem nenhum sentido (pelo menos para mim), não se encaixam direito na história. E no final de tudo… bem, não dá pra esperar muita coisa. rs

  3. Esse anime é hilário para qualquer jogador de RPG. No entanto, a segunda temporada é um saco… eles levam muito à sério uma história fraca e batida ao invés de continuar com o humor da primeira.

  4. meu unico contato foi num jogo escondido dentro de outro. agora nao lembro , era “Tales of…” alguma coisa. o heroi era um loirinho, era um jogo pra playstation 1.

    uma aventura bonus te levava a jogar o tower of druaga.

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